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Notícias do anti-Acordo Ortográfico, em Portugal e no Brasil

texto descritivo da imagemtexto descritivo da imagem Foi a primeira medida do novo presidente do Centro Cultural de Belém, em Lisboa, Vasco Graça Moura, um opositor declarado do Acordo Ortográfico e da sua adoção em Portugal. A suspensão do Acordo Ortográfico no CCB, que vigorava desde setembro de 2011, conforme diretiva do seu antecessor, António Mega Ferreira, no cumprimento da Resolução n.º 8/211, do Governo anterior. A notícia é do jornal “Público” —  e pode ser lida na íntegra, aqui (assim como o comentário do embaixador Francisco Seixas da Costa, A brigada do asterisco, no blogue duas ou três coisas). Ela refere ainda a iniciativa de três deputados do PSD, principal partido do atual Governo português, eleitos pelo círculo eleitoral dos Açores, no sentido da suspensão também na restante administração pública do país.

Ainda em Portugal, noticiava o semanário Sol de há uma semana, um pai está a tentar impedir que a filha de oito anos aprenda português com as novas regras do Acordo Ortográfico (AO), noticia o semanário Sol. É só pena não haver uma mobilização idêntica para o facto de os alunos da escolaridade básica e secundária terem um desempenho global na expressão escrita muito aquém das médias de desempenho internacionais, com ou sem nova ortografia.

Por seu turno, no Brasil, foi interposta uma ação contra a Academia das Letras Brasileira e o Estado, da responsabilidade do movimento popular Acordar Melhor.


Para quem não sabia, tosta pronuncia-se com ó aberto. A propósito, o ILTEC disponibiliza gratuitamente o serviço Corporal, um projeto coordenado por Maria Helena Mira Mateus, que permite a pesquisa e audição da leitura (espontânea, não normativa) de palavras que ocorrem num corpus oral reunido ao longo de anos nesta unidade de investigação portuguesa. O corpus está acessível através da interface Spock.


Em linha, fica, entretanto, uma polémica sobre a sintaxe do verbo parecer na rubrica Controvérsias.

Por sua vez, no Pelourinho, Paulo J. S. Barata alerta para o uso indevido do masculino em lufa-lufa num texto jornalístico.


texto descritivo da imagemNa Ciberescola, secção Cibercursos, há novos materiais para o apoio ao ensino do português língua estrangeira/língua não materna, percorrendo os níveis A2, B1 e B2: uma ficha com expressões coloquiais sobre dinheiro, uma recensão e um excerto de um relato de viagem (versões adaptadas).



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Ciberdúvidas da Língua Portuguesa :: 03/02/2012


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